terça-feira, 23 de setembro de 2008

Dados*

'Tu olhas pra uma pessoa, uma pessoa q sabes q não é uma pessoa qualquer, pq o teu olhar fixa-se nela e quando ela olha pra ti e sente o mesmo q tu, sentes q alguma coisa vai acontecer. N sabes nada ainda, mas intuis, intuis com os teus sentidos, com o teu corpo e às vezes com o teu coração q aqela pessoa pode ter qualquer coisa pra te dar, q não sabes oq é, mas sabes q um dia vais descobrir e q esse dia pode ser nesse momento, e é então q tiras os dados do bolso e os lanças pra cima da mesa. Quando nos interessamos por alguém, nunca sabemos no q vai dar. Lançamos os dados como qem os deixa cair quase por acaso e muitas vezes nem qeremos saber quanto deram: um e um, dois e quatro, três e três, cinco e dois, é sempre um mistério, pq a sorte também manda na vida, manda mais do q qeríamos e menos do q gostávamos, por isso desconfiamos dela sempre q nos é favorável, mas aceitamos as suas traições como a ordem natural das coisas, por mais absurdas q sejam. Os dados caíram quando levantaste o copo e eu vi no chão seis e seis, vi-te a apanhar os dados e a rir, ouvi a tua voz e quando começámos a conversar, percebi q os dados estavam certos.'

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